Essa é a imagem síntese de nosso grupo. Essa imagem foi criada vetorizando e espelhando um objeto até que se chegasse nesse.
Esse foi o objeto base escolhido para fazer a imagem final. Também mudamos a relação das cores e aplicamos de fundo um wallpaper escolhido por nós que dialogasse bem com a imagem.
Me inspirando no filme "O Dilema das Redes" que me fez refletir muito sobre a influência das tecnologias na minha vida. Eu escolhi como objeto que me representa o celular. Porque realmente, ele faz tanto parte de minha vida que virou uma extensão de mim mesmo. Eu nunca fico desconectado, sempre estou com ele verificando mensagens e vendo minha timeline, na rua, em casa, em qualquer lugar. Sou um exemplo clássico de um jovem viciado em celular (rsrs). Felizmente eu acho que possuo um bom senso crítico e sigo todo tipo de pessoa pra ser exposto a todo tipo de ponto de vista, por isso nunca caí em extremismos e costumo ser sensato. Mas essa é uma visão que tenho de mim mesmo que é, obviamente, enviesada. Espero que as pessoas ao meu redor tenha essa mesma impressão.
Me chamo Victor Lucas Gonçalves, tenho 22 anos e nasci em Pindamonhangaba que é também a cidade onde resido atualmente. Porém, pretendo me mudar para Belo Horizonte assim que possível. Desde cedo sou apaixonado por prédios, casas, urbanismo, paisagismo, todo tipo de intervenção humana no ambiente. Adorava desde criança desenhar edifícios, casas, prédios, etc. Escolhi arquitetura pois essa ainda é minha paixão, só que agora com o objetivo de construir um futuro mais sustentável e humano e é na Arquitetura em que eu sinto que posso fazer essa diferença.
Nessa imagem é interessante como ela utiliza da composição para mostrar as várias possibilidades de projeção da luz e sombra sobre o objeto. Apesar do foco para mim ficar mais sobre os objetos do que a luz em si. Na terceira foto fica nos dois. Pois tanto a sombra quanto o objeto são bonitos de se ver. Talvez se fosse feito fotos com closes mais próximos, mostrando por dentro do objeto, ficasse melhor. Pois assim não saberíamos do que se trata o objeto exatamente e focaríamos mais nas sombras e projeções. Já nesse trabalho, a composição foi feita de uma maneira que o foco fica muito mais na sombra, se atentando mais a proposta da atividade. O objeto fica cortado, dando um mistério sobre o que está produzindo essas sombras. As últimas duas fotos, no entanto, são muito parecidas uma com a outra. Eu gostaria mais de ver fotos com ângulos inesperados também, como por dentro do objeto, como a sombra se projeta nele mesmo.
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